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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Salve Obaluae - Salve O Senhor dos Misterios


Salve ! Obaluae 


Obaluaê é uma flexão dos termos: Oba (rei) – Oluwô (senhor) – Ayiê (terra), ou seja, “Rei, senhor da Terra”. Omulu também é uma flexão dos termos: Omo (filho) – Oluwô (senhor), que quer dizer “ Filho e Senhor”. Obaluaê, o mais moço, é o guerreiro, caçador, lutador. Omulu o mais velho, é o sábio, o feiticeiro, guardião. Porém, ambos têm a mesma regência  e influência. No cotidiano significam a mesma coisa, têm a mesma ligação e são considerados  a mesa força da natureza.
Obaluaê (ou Omulu) é o Sol, a quentura e o calor do astro rei. É o Senhor das pestes, das moléstias contagiosas, ou não. É o rei da Terra, do interior da Terra, e é o Orixá que cobre o rosto com o Filá (de palha – da - Costa), porque para os humanos é proibido ver seu rosto, pela deformação feita pela doença, e pelo respeito que devemos a este poderosíssimo Orixá.
Obaluaê está no organismo, no funcionamento do organismo. Na dor que sentimos pelo mal funcionamento dos órgãos, ou por uma queda, corte ou queimadura.
Obaluaê rege a saúde, os órgãos e o funcionamento destes. A ele devemos nossa saúde e é comum, nas Casas de Santos, se realizar os Eboris de Saúde, que fazem pra trazer saúde para o corpo doente.
O órgão central da regência de Obaluaê é a bexiga, mas está ligado a todos os outros. Ele trata do interior, fundamentalmente, mas cuida também da pele e de suas moléstias.
Divide com Iansã a regência dos cemitérios, pois ele é o Orixá que vem como emissário de Oxalá (princípio ativo da morte), para buscar o espírito desencarnado. É Obaluaê (ou Omulu) que vai mostrar o caminho, servir de guia para aquela alma.
Obaluaê também é o Senhor da Terra e das camadas de seu interior, para onde vamos todos nós. Daí a ligação que tem com os mortos, pois ele é quem vai cuidar do corpo sem vida, e guiar o espírito que deixou aquele corpo. É por isso que Obaluaê e Omulu gostam de coisas passadas, apodrecidas.
O sol também tem a sua regência. Ele também é o Calor provocado pelo sol quente. Há quem diga que não se deve sair à rua quando o Sol está quente sem a proteção de um patuá, a fim de não correr o riscos e não sofrer a ira de Obaluaê, geralmente fatal.
Obaluaê está presente em nosso dia-a-dia, quando sentimos dores, agonia, aflição, ansiedade. Está presente quando sentimos coceira e comichões na pele.Rege também o suor, a transpiração e seus efeitos. Rege aqueles que tem problemas mentais, perturbações nervosas e todos os doentes.
Está presente nos hospitais, casa de saúde, ambulatórios, postos de saúde, clínicas, sempre próximo aos leitos. Rege os mutilados, aleijados, enfermos. Ele proporciona a doença mas, principalmente, a cura, a saúde. É o Orixá da misericórdia.
Obaluaê é à força da Natureza que rege o incômodo de um modo geral. Rege o mal estar, o enjôo, o mal humor, a intranqüilidade. É o Orixá do abafamento e está presente nele, bem como na má digestão e na congestão estomacal. Gera o ácido úrico e seus efeitos.
Obaluaê está presente em todas as enfermidades e sua invocação, nessas horas, pode significar a cura, a recuperação da saúde.

Mitologia
 Filho de Nanã – que abandonou por ser doente – foi criado por Iemanjá. É o irmão mais velho de Ossãe, Oxumarê e Ewá; Orixá fundamentalmente Jeje, mas louvado em todas as nações, por sua importância.
Conta-se que, uma vez esquecido por Nanã, fora criado por Iemanjá, que curou das moléstias. Cresceu forte, desenvolveu a arte da caça, tornando-se guerreiro e viajante.
Certo dia, numa de suas jornadas, chegou até uma aldeia, coberto de palha, como sempre viveu. Como todos conheciam sua fama, suas ligações com as moléstias contagiosas, foram barradas antes mesmo de penetrar na aldeia.
-Não o queremos aqui! -  disse o  dirigente da tribo.
- Mas quero apenas água e um pouco de comida, para prosseguir minha viagem. Apenas isso! – respondeu Obaluaê, ou melhor, dizendo Xapanã, nome pelo qual era chamado.
- Vá-se embora, Xapanã! Não precisamos de doença, nem de mazelas em nossa aldeia. Vá procurar água e comida em outro lugar!
E Xapanã, então foi sentar-se no alto do morro próximo. A manhã mal começara e ele ficou, sentado, envolto em palha da costa, observando a subida do sol.
O tempo foi passando, as horas foram-se passando e, ao meio-dia, exatamente, o Sol já escaldante, tornou-se insuportável. A água ficara quente, o alimento se estragava e toda a tribo se contorcia de dor, aflição e agonia. Xapanã a tudo observava, imóvel, como um totem, como um símbolo de palha.
Na aldeia um alvoroço se fez. Uns tinham dores na barriga, outros tinham forte dores de cabeça. Outros, ainda, arrancavam sangue da própria pele, numa coceira incontrolável. Outros agiam como loucos incontrolados. Aos poucos, a morte foi chegando para alguns.
Xapanã apenas assistia...
Parecia que o tempo havia parado ao meio-dia, mas, na verdade, foram três dias de sol quente, pois a noite não chegava. Era apenas sol durante todo o tempo. E durante todo o tempo a aldeia viu-se às voltas com doenças, loucura, sede, fome, morte!
Xapanã, inerte, via tudo, imóvel...
Não agüentando mais, e vendo que Xapanã continuava do alto do pequeno morro observando, o dirigente de aldeia foi até ele suplicar perdão, atirando-se aos seus pés.
- Em nome de Olorun, perdoe-nos! Já não suportamos tanto sofrimento! Tente perdoar, por favor, Senhor Xapanã! Tente perdoar!
De súbito, Xapanã levantou-se, desceu até a aldeia e pisou na terra. Tornou-a fria. Tocou na água, tornou-a também fria; tocou os alimentos e tornou-os novamente comestível; tocou a cabeça de cada um dos aldeões e curou-lhes a doença; tocou os mortos e fez voltar a vida em seus corpos.
Restaurada a normalidade, Xapanã pediu mais uma vez:
-Quero um pouco de água e alguma comida para prosseguir viagem.
Num instante foi-lhe servido o que de melhor havia em toda a aldeia. Deram-lhe, vinhos de palmeira, frutas, carne, legumes, cereais, enfim, o que tinham de melhor.
Voltando-se para os aldeãos, Xapanã deu-lhes uma lição de vida.
-Vivemos num só mundo. Sobre a mesma terra, debaixo do mesmo sol. Somos todos irmãos e devemos ajudar uns aos outros, para que a vida seja mantida. Dar água a quem tem sede, comida a quem tem fome é ajudar a manter a vida.
Voltou-se e partiu. Atrás dele o povo da aldeia gritava:
-Xapanã, Rei  e Senhor da Terra! Xapanã, Obaluaê! Xapanã, Obaluaê! Xapanã, Obaluaê!
Obaluaê que sua benção e proteção nos seja dada sempre!.

Dados
Dia: segunda feira
Data: 13 ou 16 de agosto;
Metal: chumbo;
Cor: preto e branco  e ou preto, branco e vermelho;
Partes do corpo: a pele e os pulmões;
Comida: deburú  (pipoca), abadô (amendoim pilado e torrado), Iatipá (folha de mostarda) e ibêrem (bolo de milho envolvido na folha de bananeira);
Arquétipo: sóbrios, reservados, generosidade destacada,  geniosos, independentes, teimosos, tendência ao masoquismo.
Símbolos: xaxará ou íleo (com que limpa as doenças e os males espirituais)

sábado, 4 de agosto de 2012

axexe



Postado por:Marcelo Alban
Fase preparatória: Desde que o falecimento de uma adósù do "terreiro" é conhecido, procede-se a levantar um pequeno recinto provisório, coberto de folhas de palmeira, junto ao Ilé-ibo-akú. A Iyálàse, secundada por outra sacerdotisa, procede ao levantamento ritual dos "assentos" individuais pertencentes à falecida assim como todos seus objetos sagrados e tudo é depositado no chão no recinto provisório, distante dos Ilé-orixá. As quartinhas que continham água são esvaziadas e emborcadas.
Axexé os cincos primeiros dias: O ritual Axexé dura sete dias consecutivos. Durante os cincos primeiros dias as mesmas cerimônia se repete exatamente, segundo a seguinte seqüência:

a) Todos os membros do egbé, rigorosamente vestidos de branco, reúnem-se, no barracão, ao pôr-do-sol, para celebrar o Padê tal qual o descreveremos. No inicio, o espírito do morto é invocado junto com Exú e todas as entidades.

b) Terminado de cantar o Padê, o egbé coloca-se em volta da cuia vazia que ocupa o centro da sala, deixando sempre uma passagem de saída para o exterior. Neste momento, um dos sacerdotes, encarregados do ritual que se vai desenrolar no Ilé-akú e no recinto exterior onde foram depositados os "assentos" e os objetos da falecida, traz uma vela, coloca-a ao lado da cuia e ascende.

c) Todos os que estão presentes enrolam suas cabeças com torços brancos e cobrem cuidadosamente o corpo com um grande oja branco. No momento em que se ascende a vela, supõe-se que o espírito do morto se encontre na sala representado pela cuia. Um logo rito vai desenrola-se, começando pela Iyálorixa, seguida em ordem hierárquica por cada uma sacerdotisa de grau elevado e finalmente por um grupo de dois a dois das noviças. Cada uma saúda o exterior, a cuia os presentes e dança em volta da cuia colocando moedas que passam previamente por sua cabeça, delegando sua própria pessoa ao morto. Ao mesmo tempo despede-se do morto, com cantigas apropriadas.

A primeira cantiga entoada pela Iyálorixa é uma reverensa a todos os Axexé que, como dissemos, são os primeiros ancestrais da criação, o começo e a origem do universo, de uma linguagem, de uma linhagem, de uma família, de um "terreiro". A venerável morta a Adosun que merece essa cerimônia e é seu objeto converter-se-á também num Axexé. A Iyalase saúda: Axexé, Axexé o!;

1. Axexé, mo juga; Axexé, Axexé o!;

2. Axexé o ku Agbà o!; Axexé, Axexé o!; 3. Axexé, érù ku Àgbà o!; Axexé, Axexé o! Tradução: Axexé oh! Axexé; Axexé eu lhe apresento meus humildes respeitos oh!; Axexé oh! Axexé; Axexé eu venero e saúdo os mais antigos, oh!; Axexé oh! Axexé; Axexé a escrava saúda os mais antigos, oh!; Axexé oh! Axexé. É o seguinte o texto da Segunda cantiga: Bibi bibi lo bi wá; Ode Arolé lo. Tradução: Nascimento do nascimento que nos trouxe Ode Arolé (Òsôsi) nos trouxe ao mundo. Saudando particularmente Oxossi que, como já dissemos, é o ancestre mítico fundador dos "terreiros" Ketu e consequentemente, Axexé do filhos do "terreiro". Todos os presentes estão obrigados a despedir-se do morto e delegar-se nele por meio das moedas que colocam na cuia-emissario.

a) Quando todo os presentes protestaram suas homenagens e despediram-se do morto, formam uma roda e todo o egbé e os parentes do morto entoam, entre outras, a cantiga: Ò tó "rù egbé ma sokún omo ò tó "rù egbé ma sokún omo égun ko gbe eyin o! Ekikan ejare àgbà Orixá gbe ni másè ekikan esin enia niyi r"òrun Tradução: Ele alcançou o tempo (de converter-se) no érù egbé (o carrego que representa o egbé). Não chore, filho. Oficiante do rito, não chore. Alcançou o tempo (de converter-se) no carrego (no representante) do egbé. Não chore, filho. Que Égun nos proteja a todos! Proclamai o que é justo. Que Àgbà Orixá nos proteja a todos! Proclamai (que) foi enterrado um dos seus, que foi para o òrun. (isto quer dizer, falai alto, com justa razão, porque enterram alguém venerável que irá ao òrun). A roda se desfaz e cada um volta para seu lugar.

b) algumas adósù trazem vasilhas com comidas especialmente preparadas para essa ocasião e as colocam ao lado da cuia. Junto também é colocado um obì.

c) Os sacerdotes vêm e levantam ritualmente a cuia cheia de moedas, apagam a vela e transportam tudo, também obì. e as comidas, para o recinto especial exterior, onde tudo é colocado junto aos objetos que pertenceram ao morto.

d) Os membros do egbé na sala, descobrem suas cabeças, enrolam o pano branco por de baixo dos braços e formam uma Segunda roda, saudando e homenageando os orixás. Acaba essa parte da cerimônia, eles se cobrem novamente e continuam a roda cantando uma última cantiga de adeus ao morto.

3. Axexé: sexto e sétimo dias: o ritual do sexto e sétimo dias é o ponto culminante do ciclo. No crepúsculo canta-se o Padê e continua-se como nos dias precedentes até a fase. Seguem-se os seguintes ritos:

a) Ao pé das comidas e do obì colocam-se, ao lado da cuia, os animais que vão ser oferecidos de acordo com o asé do morto.

b) Um sacerdote vem do exterior e põe no punho esquerdo de todos os assistentes pequenas tiras de màrìwò. É isso que os identifica como filhos do "terreiro" e os protege.

C) Os membros do egbé retomam seus lugares e esperam ser avisados do fim do rito que se desenrola do Ilé-ibo.

d) Nesse meio tempo, os sacerdotes preparam o chamado final do morto. Trazem tudo, "assentos", objetos pertencentes ao morto, cuia, comidas e animais para o Ilé-ibo-akú. Traçam no solo de barro batido um pequeno círculo com areia e por cima, um círculo com cada uma das três cores símbolos. É um ojúbo provisório, em que se invoca o morto. No meio dele, parte-se o obì e, com seus segmentos, consulta-se o oráculo sobre a destinação a ser dada a cada um dos objetos e "assentos" do morto. Se trata de uma sacerdotisa de grau elevado, às vezes acontece que o "assento" de seu orixá fique no "terreiro" para ser adorado, com a condição de que o morto, consultado, esteja de acordo. Também pode querer deixar alguns objetos de uso pessoal, determinadas jóias ou emblema a um parente ou a uma irmã do "terreiro". O resto, o que o morto não deixa para ninguém, em especial seu Bara, seu Ìpòrí, é posto em volta do pequeno círculo assim como as três vasilhas novas de barro, que descreveremos falando do "assento" dos Égun das adósù. Se o morto pertence à cúpula do "terreiro" ou possui méritos excepcionais, as três vasilhas são separadas para se proceder mais tarde a seu "assentamento" no Ilé-ibo-akú. Caso contrário, que é a maioria, as três vasilhas são colocadas junto aos que circundam o círculo-ojúbo. O sacerdote do grau mais elevado invoca o morto três vezes, batendo no solo com um ìsan novo preparado com uma grossa tala de palmeira. Invoca-se para que venha apanhar seu carrego, para que leve e se separe para sempre do egbé e do "terreiro". Insiste-se e, na terceira invocação, o morto responde e simultaneamente tudo é destruído, quebrado com ìsan, rasgando-se vestimentas e colares. Os animais são imolados e colocados por cima dos restos destruídos, onde se coloca partes das moedas que se esparramaram ao quebrar a cuia, e os màrìwò que, retirados dos punhos irão juntos com os despojos do morto. Coloca-se por cima o punhado de terra, com a areia e as três substâncias cores recolhidas oportunamente. Um grande carrego é preparado: é o erù e sacerdotes levarão a perigosa carga especificado pelo oráculo para que Exu e Eleru disponha dele.

e) Um sacerdote previne o egbé que, em silêncio, esperava na sala. Todos se levantam a saída do erù-ikù: Gbe "rú le mã lo a fi bo Tradução: o carrego da casa está saindo cubram-nos.

f) Todos os participantes esperam em silêncio a volta dos sacerdotes que, ao seu regresso, irão, em primeiro lugar, prestar conta de sua missão aos ancestrais no Ilé-ibo-akú. Em seguida, virão à sala para comunicar o feliz término de sua missão. O egbé forma uma roda, canta saudando os orixás, e dois cantos finais despedindo-se do morto. Iku o! Iku o gbe lo o gbe, dide k" o jo eku o! òdigbõse o! Oh! Morte, morte o levou consigo ele partiu, levantem-se e dancem, nós o saudamos! Adeus! No entardecer do sétimo dia, canta-se o Padê de encerramento e, em seguida, procede-se ao sacudimento, isto é, a lavar, varrer e sacudir todos os Ilé e a sala, com ramos de folhas especiais. O asé da adósù passou a integrar o do "terreiro". Se a pessoa falecida é a Iyálàse, deverá proceder-se a "retirar" sua mão de todos os objetos, todos os borí, celebrada pela Iyálàse substituta. Durante esse rito, ela pousará a mão sobre o orí de cada um dos membros do egbé, transferindo-lhes seu próprio asé. Se o grau da adósù falecida o permite, e se a resposta do oráculo o confirma, uma vez preparado o carrego, o ibo desta será preparado ritualmente com três vasilhas novas de barro. Um àpéré especialmente aprontado com uma combinação de folhas apropriadas é colocado diretamente sobre a terra no Ilé-ibo no lugar em que será implantado o "assento" formado com três recipientes; coloca-se junto uma quartinha com água e tudo é recoberto com um pano branco. Cumprindo um ano, uma oferenda espacial será feita e a sacerdotisa falecida passará a fazer parte dos mortos e dos ancestrais venerados no Ilé-ibo-akú, Axexé protetores do "terreiro". Uma cantiga entoada na terra Yorùbá diz: Ìyá mi, Axexé!; ba mi, Axexé!; Olórun un mi Axexé o o! ki ntoo bò orixá à è. Tradução: Minha mãe é minha origem!; Meu pai é minha origem!; Olórun é minha origem!; Consequentemente, adorarei minhas origens antes de qualquer outro orixá. E no "terreiro" invoca-se: Gbogbo Axexé tinu ara. Todos (o conjunto dos) Axexé no interior de nosso corpo...(do "terreiro"). Se Axexé, não há começo, não há existência. O Axexé é a origem e, ao tempo, o morto, a passagem da existência individual do àiyé à existência genérica do òrun. Não há nenhuma confusão entre a realidade do àiyé " o morto " e seu símbolo o seu doble no òrun - o Égun. Há um consenso social, uma aceitação coletiva que permite transferir, representar e simultânea do àiyé e do òrun, a vida e da morte. O asé integrado pelos três princípios-símbolos e veiculado pelo princípio de vida individual manterá em atividade a engrenagem complexa do sistema e, através da ação ritual, propulsionará as transformações sucessivas e o eterno renascimento.
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