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domingo, 22 de janeiro de 2012

Dancarinas Espirituais - Danca Do Ventre




Dançarinas Espirituais – Dança do Ventre




 
dancapromoimage Dançarinas Espirituais   Dança do Ventre
 
“Um dia, veio à corte do Príncipe de Birkasha, uma dançarina e seus músicos. … e ela foi aceita na corte… ela dançou a música da flauta, da cítara e do alaúde.
Ela dançou a dança das chamas e do fogo, a dança das espadas e das lanças; e ela dançou a dança das flores ao vento.
Ao terminar, virou-se para o príncipe e fez uma reverência. Ele então, pediu-lhe que viesse mais perto e perguntou-lhe: ‘Linda mulher, filha da graça e do encantamento, de onde vem tua arte e como é que comandas todos os elementos em seus ritmos e versos?
A dançarina aproximou-se, e curvando-se diante do príncipe disse: Majestade, respostas eu não tenho às vossas perguntas. Somente isso eu sei: a alma do filósofo vive em sua cabeça, a alma do poeta vive em seu coração, a alma do cantor vive em sua garganta, mas a alma da dançarina habita em todo o seu corpo.”
 
Extraído do livro “O Viajante” de Khalil Gibran
 
 
 
As imagens da Galeria abaixo foram pintadas pelo artista californiano Paul Heussenstamm. Todas foram feitas manualmente e são vendidas em diversas resoluções no site do autor: http://mandalas.com/
As imagens podem demorar um pouco a carregar (alta resolução).
 
 
 
 
 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Simbolismo do labirinto


O Simbolismo do Labirinto






labirinto O Simbolismo do Labirinto
O símbolo do Labirinto exemplifica perfeitamente o processo do Conhecimento, ao menos em suas primeiras etapas, naquelas em que o ser tem de se enfrentar com a densidade de seu próprio psiquismo (reflexo do meio profano em que nasceu e vive), isto é, com seus estados inferiores, separando alquimicamente o espesso do sutil, que a alma experimenta como sucessivas mortes e nascimentos –solve et coagula–, destinando ao mesmo tempo numerosas provas e perigos que somente fazem traduzir o próprio conflito ou psico-drama interior.
Esse desassossego é próprio daquele que, tendo abandonado suas seguranças e identificações egóticas, descobre ante si um mundo completamente novo e, portanto, desconhecido, mas para o qual se sente atraído, porque na verdade intui que ao atravessá-lo é que poderá se reencontrar com sua verdadeira pátria e destino. Essa impressão indelével de estarmos totalmente perdidos tem que nos levar imperiosamente a encontrar a saída, ajudados sempre pela Tradição (e seus mensageiros: os símbolos), que neste caso nos chega por meio do Agartha que, tal como um guia ou eixo, tem de nos conduzir (desde que nossa atitude seja reta e sincera) a um estado de virgindade, a um espaço vazio imprescindível, apto para a fecundação do Espírito, o que se vive no mais interno e secreto do coração.
labirinto3 O Simbolismo do LabirintoDevemos assinalar que muitos labirintos representados na arte de todos os povos são autênticos mandalas ou esquemas do Cosmo, ou seja, da própria vida, com suas luzes e sombras, o que nos permitirá compreender que esse processo labiríntico é na realidade uma viagem arquetípica, uma gesta, em suma, que todos os heróis mitológicos e homens de conhecimento têm realizado, e que nos servirá de modelo exemplar a imitar, tal e como estamos vendo na série “Biografias”. Na verdade, a viagem pelo labirinto é uma peregrinação ligada à busca do centro, e neste sentido é importante destacar que em muitas igrejas medievais figurava um labirinto (como em Chartres, em meio do qual aparecia antigamente o combate entre Teseu e o Minotauro) que percorriam de forma ritual todos aqueles que, por uma ou outra razão, não podiam cumprir sua peregrinação ao centro sagrado de sua tradição (por exemplo, Santiago de Compostela, ou Jerusalém), o que era considerado um substituto ou reflexo da verdadeira “Terra Santa”, onde os conflitos e lutas se finalizam, possibilitando assim a ascensão pelos estados superiores até conseguir a saída definitiva da Roda do Mundo.
Texto poMarcelo Del Debbio




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Obeah


Obeah é uma forma de religião ou culto de ancestrais africanos que tem raízes em comum como o candomblé do Brasil, com a santeria de Cuba e com o vudu do Haiti. Também é associada à igreja Batista espiritual. No patois local, Obeah Mon ou Obeah Man significa “pai dos santos”.
É uma mistura de rituais e práticas tradicionais da África ocidental com crenças (principalmente cristãs) que foram ensinadas aos escravos africanos pelos seus captores europeus.
Os rituais incluem o uso de substâncias alucinógenas e opiáceas, extraídas de veneno de cobra, peçonha de sapo e certas raízes, cuja composição química final é similar à escopolamina, atualmente usada na farmacopéia psiquiátrica e anestesiológica.[carece de fontes?]
É comum que os jamaicanos não se auto-refiram como seguidores da obeah, porém são freqüentes os pastores evangélicos e padres católicos que crêem nos amuletos da obeah.[carece de fontes?] Caminhando-se pelas ruas de Kingston vêem-se os amuletos de obeah pendurados às portas incluso de grandes complexos hoteleiros.

fonte Revista Xire.
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